quarta-feira, 22 de abril de 2009


É mesmo interessante como o ser humano consegue ser, ao mesmo tempo, tão elevado e tão mesquinho. É também curioso como as relações de patrão e empregado conseguem transpor esses dois extremos em pouco tempo.

Patrão, hoje em dia, já não é mais dono do negócio. É difícil contratar quem queira alguma coisa além de emprego. É difícil fazer o sujeito pegar no tranco e é difícil demitir.

Quando acontece a demissão o patrão passa de santo a demônio. Ninguém gosta de ser demitido, especialmente quando não gosta de trabalhar. É sempre difícil encontrar outra mamata...

...e a sociedade trata o patrão que demite como se ele fosse cancerígeno. Câncer é essa concepção absurda de que patrão não pode mandar embora. Afinal de contas, ainda há na Constituição os interesses da propriedade privada.

Cada um dos que mandam em seu negócio, sabe bem quem contrata e quem demite. Ponto final!

Não existe outra lógica.







Eu sei que a crise provoca demissões, provoca injustiça. Provoca miséria.

Mas... veja bem! O melhor funcionário nunca é demitido




Ei sei que há desigualdades na distribuição de renda, mas... veja bem! Quem trabalha não passa fome



E eu sei que nem todos os que trabalham recebem o suficiente. Um salário é muito pequeno. Mas...veja bem! Sempre há formas de se aumentar o salário. Eu já vi muita gente ficar dormindo durante o almoço e também vi gente trabalhando nesse mesmo horário para incrementar a renda. Já vi muita gente que diz ganhar pouco saindo do trabalho para gastar em bar, com cerveja e cigarro, mas também já vi muita gente saindo do trabalho para estudar e ganhar a vida de forma diferente.


Tudo depende do jeito que cada um vê o significado de trabalho.


Para alguns sempre é tempo de contruir e reconstruir

Outros estão sempre em crise, buscando alguém para parasitar.


Para os vencedores o mundo é um palco de desafios

Para os perdedores o mundo está sempre conspirando contra eles.


O mundo será sempre produto de suas ações


Tudo depende de você!

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