sexta-feira, 17 de abril de 2009



O alimento dos espíritos sedentos de paz
está sempre acompanhado pela mediocridade.

Explorada e ultrajada, a fé que alimenta a alma com a esperança, perde espaço
Para o comércio e a embriaguez
Para o cinismo

transformada em bar, bazar, hotel, artesanato, turismo, restaurante...


pouco sobra
do divino!

Um resto de esperança, talvez...

Um fio tênue que liga o homem
ao que deveria ser.

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