sábado, 4 de abril de 2009







Pode até parecer piegas ficar falando em Deus, mas estou em um momento de profunda admiração por Deus.
Nesse mundo caótico, não consigo ver outra saída além dos princípios da fé, da estrutura da família e do encontro do homem com o divino.
Enquanto o homem não se convencer de que precisa respeitar um ser superior e onipresente, continuará sentindo-se deus, continuará colocando os homens no caminho indefinido do abismo e da dor.

Adoro quando Fernando Pessoa diz “sentir tudo, de todas as maneiras”, já que a vida pode ser vivida do jeito que você bem entender.
O sol que se deita e se levanta igual para todos, tem significados diversos para cada um de nós. Sob esse sol nossos sentimentos se diversificam e explodem em milhões de sensações.
Quero para a mim a parte do mundo que traz sonho e felicidade. Quero também o lado brilhante de tudo, com luz e calor, para eu poder sentir a vida povoada, barulhenta e cheia de gente.
Quero que a vida se esfacele em milhões de circunstâncias e lances divinos, para que eu possa sentir todas as frações de segundo com o coração cheio de fé em Deus, cheio da luz divina. Só assim, sei que poderei encontrar felicidade.


[...]
Se as coisas são estilhaços
Do saber do universo,
Seja eu os meus pedaços,
Impreciso e diverso
Fernando Pessoa

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